(discutindo planos pra sexta a noite)
ela: Eu não queria confirmar nada, nem dizer sim, até eu descobrir o que você esta afim de fazer. A gente sempre saí sexta de noite.
ele: [com a boca cheia de comida] Anasr qui aqliseu amgo esteji na cidad [mastiga]
- Como?
- [ainda com a boca cheia de comida] A não ser que aquele seu amigo esteja na cidade.
- O quê? [ops...!]
- [ainda mastigando] Aquele cara... [mastiga, mastiga]
- Do que diabos você esta falando? [dando uma de desentendida]
- Aquele seu amigo, não lembro o nome dele... [claro que ele se lembra]
- Ah, o Fulano? [como se ela não pensasse nele centenas de vezes por dia, diariamente]
- Yep!
- Ah, queisso? Eu nem fiquei com ele até tão tarde na semana passada!
- Opa, se você ficou! E, tipo, na hora que você voltou me veio com Então, eu tava nesse bar! E eu perguntei Mas que horas você chegou lá? Ficou muito tempo? E você me diz que foram, assim, cinco, não , seis horas seguidas com ele!
- Hahaha, eu tenho certeza que isso aconteceu na segunda, não na sexta. [aquele dia estava impresso em sua mente, cada mínimo detalhe daquela segunda]
- Nope, foi numa sexta ...etc, etc.
- Na sexta só almoçamos! E eu o vi de novo no bar na outra segunda, mas dessa vez eu tenho certeza que voltei antes das oito e meia, happy hour apenas! [com o desejo de querer ficar mais]
- No way!
- Ô se foi isso!
e ...etc. etc. [risada irônica, longa, um tanto quanto forçada.
E a conversa muda de assunto, o jantar segue, ambos contam do seu dia, riem e tudo termina bem.]
[segunda que vem ela vai chegar um pouquinho mais tarde em casa, de novo...]
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